Pode-se dizer que nada na vida tem explicação. Já pensou nisso?
Porque aquele amigo virou as costas logo no momento que você mais precisava? Porque as pessoas que mais amamos são aquelas a quem, muitas vezes, damos menos valor? E porque a gente só percebe isso quando sentimos a falta delas? Porque, na maioria das vezes, o ser humano tem que ser tão egoísta e cruel quando o que mais ensejamos é o carinho e o respeito? Porque fazemos tantas perguntas quando essas perguntas não saem da nossa cabeça?
As possíveis respostas pra todas elas nunca serão convincentes o bastante pra satisfazer nosso ego, e não digo ego no sentido mais usado da palavra. Refiro-me ao centro da consciência, aquela que é a soma dos pensamentos, sentimentos, idéias, lembranças e percepções.
Sendo o ego a parte mais superficial do indivíduo, pode ser ele modificado até se tornar consciente para comprovação da realidade, e a aceitação de parte das exigências procedentes dos impulsos de nossas atitudes. Aceitação esta, capaz de fazer verdade as respostas de todas àquelas perguntas.
Colocamos então, durante esse processo de aceitação, os motivos na frente dos fatos, para que eles possam parecer certos ou até mesmo necessários. O problema é quando tais fatos se tornam imorais diante de nossos princípios. Submetidos ao superego, serão sempre insatisfações insuportáveis, nos remetendo, outra vez, às tais perguntas inevitáveis, voltando novamente ao círculo vicioso que sempre tememos em reviver.
Mais uma vez nos deparamos com a dificuldade e com a desaprovação de nossos atos, fazendo novamente confusão em nossa consciência, e então diminuindo a capacidade de perceber as relações entre si e conseqüentemente entre o meio. Mas isso será também uma nova aprendizagem no processo de crescimento da alma e da mente. Ou então pra que viveríamos situações inerentes de nossas próprias escolhas?
(Criado em 18 de outubro de 2007)
Porque aquele amigo virou as costas logo no momento que você mais precisava? Porque as pessoas que mais amamos são aquelas a quem, muitas vezes, damos menos valor? E porque a gente só percebe isso quando sentimos a falta delas? Porque, na maioria das vezes, o ser humano tem que ser tão egoísta e cruel quando o que mais ensejamos é o carinho e o respeito? Porque fazemos tantas perguntas quando essas perguntas não saem da nossa cabeça?
As possíveis respostas pra todas elas nunca serão convincentes o bastante pra satisfazer nosso ego, e não digo ego no sentido mais usado da palavra. Refiro-me ao centro da consciência, aquela que é a soma dos pensamentos, sentimentos, idéias, lembranças e percepções.
Sendo o ego a parte mais superficial do indivíduo, pode ser ele modificado até se tornar consciente para comprovação da realidade, e a aceitação de parte das exigências procedentes dos impulsos de nossas atitudes. Aceitação esta, capaz de fazer verdade as respostas de todas àquelas perguntas.
Colocamos então, durante esse processo de aceitação, os motivos na frente dos fatos, para que eles possam parecer certos ou até mesmo necessários. O problema é quando tais fatos se tornam imorais diante de nossos princípios. Submetidos ao superego, serão sempre insatisfações insuportáveis, nos remetendo, outra vez, às tais perguntas inevitáveis, voltando novamente ao círculo vicioso que sempre tememos em reviver.
Mais uma vez nos deparamos com a dificuldade e com a desaprovação de nossos atos, fazendo novamente confusão em nossa consciência, e então diminuindo a capacidade de perceber as relações entre si e conseqüentemente entre o meio. Mas isso será também uma nova aprendizagem no processo de crescimento da alma e da mente. Ou então pra que viveríamos situações inerentes de nossas próprias escolhas?
2 comentários:
Amiga,
to virando sua fã, lindo demais
isso, adoreiiiiiiiii.
Ta praticando o lado polyana de ver a vida.
bjs
Poly, mto interessante esse texto!!
Vc sempre nos surpreendendo, menina!!!
te amamos!!
bjinhusss
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