Poderia ter voltado mais uma vez, mas preferi a insegurança a ser sempre uma alma fria e taxativa pela falta de célebre noção. Pelo menos não poderei me condenar por não deixar acontecer, que não deixei o natural evoluir e dar oportunidade ao destino se fazer cumprir, se é que este precisa de cumprimento pra provar sua veracidade diante de mim.
Na maioria das vezes a pura fé torna o destino forte o suficiente para imputar à realidade o acontecimento desejado. Talvez dentro de nossa utópica criação, de forma pensada porém inocente, desejamos tanto alguma coisa que o simples fato desse desejo ser tão constante, nosso inconsciente se satisfaz somente com a espera desta realização.
Poderia ter evitado, como tantas vezes fiz, criando situações inertes à minha realidade para fugir de uma possível relação, a qual desejava, mas conscientemente me afastava por medo de uma futura insatisfação. Continuava então me bloqueando e vivenciando relações improváveis e superficiais.
Talvez o que me fazia criar esse bloqueio era uma desaprovação subjetiva, relacionada à própria pessoa existente naquela relação. Esta talvez se encaixava numa relação leviana, a qual eu aceitava, mas não em um relacionamento insondável e duradouro a qual era desejado pelo meu subconsciente.
Na maioria das vezes a pura fé torna o destino forte o suficiente para imputar à realidade o acontecimento desejado. Talvez dentro de nossa utópica criação, de forma pensada porém inocente, desejamos tanto alguma coisa que o simples fato desse desejo ser tão constante, nosso inconsciente se satisfaz somente com a espera desta realização.
Poderia ter evitado, como tantas vezes fiz, criando situações inertes à minha realidade para fugir de uma possível relação, a qual desejava, mas conscientemente me afastava por medo de uma futura insatisfação. Continuava então me bloqueando e vivenciando relações improváveis e superficiais.
Talvez o que me fazia criar esse bloqueio era uma desaprovação subjetiva, relacionada à própria pessoa existente naquela relação. Esta talvez se encaixava numa relação leviana, a qual eu aceitava, mas não em um relacionamento insondável e duradouro a qual era desejado pelo meu subconsciente.
Cansada então dessa confusão entre desejo e realidade, preferi o risco de um coração partido à certeza dele inteiro e vazio.